domingo, janeiro 29, 2006

Egito


Alexandria (al-iskandriia)
Esse é o local onde ficava o famoso farol. Agora é uma Citadela. Também tirei fotografias da Biblioteca de Alexandria.



Cairo (al-qaahira)
Infelizmente não era permitido tirar fotos no interior do Museu Egípcio.


Luxor (al-uqSur)
Templo de Karnak.


Luxor (al-ukSur)
Templo de Hatshipsut. Esse foi o final do tour em Luxor. Antes havia ido aos Vales dos Reis e das Rainhas, mas infelizmente não era permitido tirar fotos no interior das tumbas.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Presença

Há sensações impossíveis de ser compreendidas.
Uma vista.
Uma pintura.
O céu e as nuvens.
Às vezes não acredito na vista do vigésimo oitavo andar para o mar e o pôr-do-sol; nas minhas pinturas preferidas finalmente vistas; nas nuvens ali fora da janela, ao alcance da mão, enquanto se voa!

Embrace



A vontade de ser abraçado às vezes me foge. Me parece distante demais!

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I ♥ NY 2


New York City.
Novamente.
A maior e melhor Virgin Megastore em que entrei. Todos os CDs que possam interessar e mais alguns que nunca vão importar. Uma dica: ouçam Damien Rice. Qualquer coisa serve, mas aquela música do filme Closer vai impressionar mais. Chama-se The Blower's Daughter, do álbum O.
A Estátua da Liberdade é bem menor do que se imagina, mas ainda assim é linda, ainda mais num dia de sol. Além do mais, tudo que imaginamos é diferente... Até agora o que eu esperava ser monumental não passava de pequenas estruturas. Creio que o valor monumental vem da carga emotiva que esses objetos carregam. Ah, e como eles carregam valor sentimental! Já diversas coisas que jamais esperava serem interessantes me surpreenderam como as mais significantes. E se vocês olharem bem pra foto, vão ver o Empire State Building. Ele está um pouco escondido pela atmosfera e também por estar muito distante em comparação ao prédios mais a frente, mas esse sim é monumental. É o prédio mais alto na cidade, e quando se está chegando se nota o destaque.
Passeei por NYC ouvindo Moby. Hotel. Ouçam Where You End. É minha preferida. E também passei na frente do café pertencente a ele!
Fui ao cinema. Assisti a Brokeback Mountain. Achei bastante comovente. Cheio de sutilezas. Muito sensível. As atuações estão muito acima do que eu esperava. E a forma como o roteiro é apresentado, apesar de bem diferente do que eu imaginava que seria, se revelou muito criativa.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Mensagens para os amigos

Aos meus amigos

Leo: noooosssssa... fazia tempo que não ouvia falar de você, quer dizer, que não ouvia você. Bom saber que está por aí, e quem sabe em breve te veja por aqui! Por que sumiu?
Fernando: mininubunitu retorna! É a volta dos que não foram!!! lol Bom ouvir de você também! Vê se não some. Não consigo ver fotos de fotologs aqui em Dubai... é bloqueado! Manda seu mail. Você não tem mais blog?
Fujii: Nem preciso dizer que morro de saudades! A vida aqui vai bem, não tão interessante quanto imaginas, mas eu sempre soube colorir um pouco as coisas! Mil beijos!
Andy: Também adorei falar contigo e morro de saudades. Também sinto nossa conexão e mesmo distante, sei mais ou menos como as coisas andam contigo porque sempre é meio parecido comigo! Mil beijos!
Fabrine: Você some mas eu sempre sei de você pela Mari. Ela me conta em detalhes o que te acontece! :-) A próxima vez que for ao Brasil quero te ver de qualquer jeito!
Alice: Amore de tanto tempo! Adorei teu e-mail! A gente sempre vive um pouco nas reminiscências, e minhas lembranças de ti também são cheias de amor. Também fico aguardando o momento em que estaremos novamente frente a frente para recordarmos juntos. Beijos.

E a todos que visitaram um grande abraço e obrigado pela amizade!

I ♥ NY



Eu e Sarah na Times Square. Rent no teatro. Novo musical a estrear em março: Lestat, composto por Elton John e baseado nos livros de Anne Rice. Novo iPod, com 30 GB de memória, comprado na Apple, em Soho, mais barato que em Dubai, que eu chamei de New Yorker. Café do Moby, Teany, pertinho da loja da Apple. Central Park, cheio de esquilos. Hotel entre o Central Park e Times Square e Broadway e MOMA, não muito longe do Guggenheim e de downtown. Comida de verdade (por incrível que pareça, dá pra comer muito bem e barato sem ser junk food!). Clima ótimo pra meio do inverno: 11 graus e sol. E to indo de novo amanhã!

Cats



Leão: Meu horóscopo para 2006, segundo um jornal do Quênia, está bem interessante. Primeiro, diz que este ano sera atipicamente sexual (?) e que terei grandes chances de encontrar um amor! Em segundo lugar, diz que ou terei um boa promoção, ou uma nova proposta de trabalho, que mudará meus rumos, acontecerá. Horóscopo é sempre a mesma coisa, não é?
Tigre: O zoológico de Jacarta é o mais bonito que já vi. Os animais parecem muito saudáveis e têm um ambiente muito melhor do que em outros zoológicos. Olha que vida esses da foto levam... Têm cara de quem tá bem alimentado!
Precisa ver o tigre branco! Até tirei foto com um bebê!
Leopardo: Anita não entrou na jaula com o leão? Pois eu não tirei foto com um leopardo? Adulto... Claro que estava sedado, e olha que já tirei foto até com cobra, mas essa foi um dos momentos em que tive mais medo! O bichano é muito grande. Vocês vão ver a foto pra provar quando eu for ao Brasil. Desculpem, a foto é polaróide e não tenho scanner.

Breve romance de sonho

Já estava ficando tarde. A comida estava deliciosa e a companhia dos colegas de vôo foi muito agradável, mas se quisesse ir ao pequeno bar gay local precisaria me apressar.
Mainz é esta pequena cidade alemã, logo fora de Frankfurt. Bem típica, com sua arquitetura um pouco gótica, incrivelmente limpa e organizada (o ônibus passa na parada com exatidão de minuto), com um povo bonito e estiloso.

Acabamos todos indo ao bar: um lugar minúsculo e obviamente lotado. Logo percebi este sorriso em minha direção. Um pouco mais alto que eu, loiro, de olhos azuis, provavelmente mais jovem que eu e um sorriso grande e amistoso. Mantive o contato até que veio pra mais perto e acabei pegando a mão dele e o puxando para sentar numa mesinha que havia recém desocupado.
Depois de um pouco de conversa descobri que ele estava estudando inglês (daí falar tão bem), que tinha a mesma idade que eu (nossos aniversários diferiam em data por apenas alguns dias) e me convidou pra ir pra sua casa, já que estava ficando tarde e ele já teria de ir de qualquer forma.
Ele morava nessa espécie de apartamento onde são como casas de dois andares ao redor de um pátio interno. O dele ficava no térreo, após uma pequena escada. A bicicleta logo na entrada; a cozinha uma bagunça; um grande quarto com um espaço vazio e um piano ao lado da cama. Ele logo me deu os fones e tocou pra mim.
Um pouco de romance (ele era todo bonito) e apenas dormimos juntos.

De manhã, pediu desculpas por não termos ido além, mas que eu devia entender que como eu viajava pelo mundo o tempo todo, ele precisava tomar um certo cuidado, já que eu poderia ser promíscuo e nós haviamos apenas nos conhecido. Eu não falei nada, pois acho que teria agido da mesma forma, mas não preciso dizer o tipo de sentimento que me invadiu.
Ele me levou até próximo ao hotel e se despediu me dando um beijo ali, no meio da rua. Havia me esquecido que na Alemanha já era permitida a união civil de homossexuais.
Mandei e-mail, e até nos falamos ao telefone, e depois de algum tempo tive outro vôo a Frankfurt e liguei para ver o Gregor. Ele pareceu muito feliz ao telefone e disse que me pegaria no hotel. Quando desci de elevador, as portas se abriram e ele estava lá, me esperando. Veio em minha direção, creio que para me dar um beijo na boca, e não sei porque, coisa de quem não está acostumado a poder fazer essas coisas em público, me deu um nervoso e eu virei o rosto e o beijo caiu na minha bochecha. Muita infelicidade! Sabe quando fazemos a coisa errada na hora errada? Pois acho que esse foi um desses momentos.

Fomos pra casa dele com um amigo, e ele quis me mostrar uma composição dele. Disse que eu entenderia, pois era sobre unlucky love.
Piano...
I didn't know I could feel like this...
Don't go away...
Mais piano.
Me levou ao hotel e nos despedimos. Tentei manter contato, mas ele já era difícil de contatar antes. Voltei outras vezes a Mainz e nos vimos. Uma vez até fomos a esse café. Mas nunca mais passou disso.
A última vez que fui não tentei ligar. Talvez da próxima vez.

terça-feira, janeiro 03, 2006

Copa do Mundo



To indo pra Jacarta, na Indonésia daqui a pouco. Nunca estive lá. E por sorte (?) fico lá três dias! É uma das estadias mais longas que temos na Emirates.
Em geral gosto da Ásia. Os lugares a que fui eram muito bonitos, e as pessoas costumam ser muito hospitaleiras. Pelo menos pra quem visita. Dizem que viver lá não é tão simples. Povos asiáticos não são tão gentis quando você os vê de perto.
Ah! A Emirates é uma das patrocinadoras da Fifa, então acho que vocês verão o nome Emirates em todo lugar na Copa do Mundo da Alemanha! Não dá pra ver direito, mas na parte de trás do avião tem uma propaganda da Copa (está em inglês, é claro). Dá pra ver uma pontinha do Y de Germany.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Improbabilidades


Ouvindo Dreams do Cranberries, cd novo Stars - The Best Of 1992-2002.
Acabei de assistir ao filme Elisabethtown. Recomendo. Ótimo romance.
Agora ta tocando Linger. Nossa! Música super antiga. Faz lembrar de quando eu era adolescente!
A gente sempre se pergunta tantas coisas, especialmente sobre porque estamos aqui, neste mundo, e qual nosso lugar nele. Parece que todos se perguntam isso em algum momento. Eu já me perguntei muito. Não sei se encontrarei resposta. Não sei se alguém algum dia encontra!
Zombie. "What's in your head?"
Me perdi um pouco na música.
O filme é um pouco sobre isso, mas principalmente sobre duas pessoas encontrando uma a outra. Pra variar o romântico em mim sempre se toca com essas coisas. Não. Preciso corrigir isso: "eu" sempre me toco com estórias românticas. Falar em mim sem falar em romântico é impossível. Talvez os outros não me vejam assim.
De qualquer forma, preciso descobrir o que tenho de fazer da minha vida. Da parte romântica já desisti, apesar de que não deixo de ver a beleza que existe nesses encontros, sejam de outras pessoas ou os fictícios do cinema e da literatura. Não sei se beleza é a melhor palavra pra descrever isso, mas é pra mim, e isso é o que importa. Não quero ser individualista ou egoísta, mas às vezes é só nossa própria opinião que importa mesmo.
Quanto ao meu lugar, acho que estou no caminho pra descobrir. Não posso descrever o quanto essa experiência de morar emDubai e viajar o mundo me mudou e ainda vai mudar, mas com certeza está me pondo no caminho. Nem que seja no caminho de descobrir que tenho de voltar pra casa e pra vida que levava lá! Acho improvável chegar a essa conclusão, mas quem sabe! Acho tantas coisas improváveis, mas no final talvez sejam elas que aconteçam.
"Just my imagination, it was."
Preciso lidar melhor com o que é improvável pra mim. Acho que quando eu aprender a lidar com isso talvez encontre meu caminho.