quarta-feira, novembro 22, 2006

Wild Wadi



Um dia muito gostoso, em ótima compania, passado no parque aquático! Olha só a preguiça!

Dar-Es-Salaam, Tanzânia



Uma foto na rua, próximo ao hotel. Muito quente, mas o café da manha era incluído, o que normalmente não acontece, e era delicioso! O Hotel era provavelmente o melhor hotel de todos os que ficamos!

Pensamentos em Amsterdam



Sentado nesse bar, fim do dia. Tudo está perfeito. O clima, o ambiente, as pessoas, o momento, a cidade. Mas eu repentinamente e ao mesmo tempo como de costume tenho a sensação de que não me encaixo. De que não pertenço. De que nunca me encaixei ou pertenci. Tenho a velha sensação de que qualquer um desses caras que passa, bem como todos aqueles que conheci, não vêem dificuldade de se relacionar como eu vejo. É difícil explicar. Eu entendo que hoje em dia relacionar-se está fora de moda e que é assim com todas as pessoas. Me refiro ao relacionar-se de todos os dias. O de achar alguém atraente e ir atrás. Eu não acho que eu saiba alguma coisa nesse assunto. Me acho, como sempre me achei, alguém que não é atraente suficiente para fazer com que alguém se interesse. Lembro que sempre me achei fisicamente pouco atraente. E depois, o fato de ser gay sempre complicou as coisas. E como eu lutei contra isso por tanto tempo, atrasei e compliquei um processo simples e cotidiano de flertar. Eu acho que eu faço tudo errado. E acho que isso não se aprende. Pouquíssimas vezes senti que era atraente! E ah! como a vida foi diferente então. Mas foram tão poucos e isolados esses momentos que acho difícil até de lembrar. Como tenho questões para resolver! Mas quase 29 anos e a sensação que tenho é que nasci assim e para ser e viver assim. E é incrível como aquilo que mais queremos é sempre aquilo que nunca vamos ter! Eu poderia não ter nada. Poderia não ser a pessoa que sou e saber o que sei e não ter os amigos que tenho e que sei que me amam, mas se eu pudesse ter essa habilidade de atrair e me relacionar nem que momentaneamente,acho que trocaria uma coisa pela outra. Por que tem de ser assim? Sinceramente, não ter isso é o mesmo que não ter nada! Eu aqui em Amsterdam e nem consigo mais aproveitar o momento! Sempre eu comigo mesmo e às vezes fica difícil.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Viagem

"A viagem não começa quando se percorrem distâncias, mas quando se atravessam as nossas fronteiras interiores. A vigem acontece quando acordamos fora do corpo, longe do último lugar onde podemos ter casa."

"A viagem termina quando encerramos as nossas fronteiras interiores. Regressamos a nós, não a um lugar."

O Outro Pé Da Sereia - Mia Couto

quinta-feira, novembro 02, 2006

Seul

Na entrada do Palácio Changdeokgung. Esse palácio foi a moradia do emperador e sua família na segunda dinastia. A família real morou lá até poucos anos atrás, quando o último descendente, sem filhos, morreu. O palácio inteiro foi reconstruído, pois havia sido destruído quando da invasão japonesa, há séculos atrás!
Só se pode entrar no palácio em visita guiada, que dura em torno de uma hora e meia. É uma pena, pois o lugar é muito bonito e é o tipo de lugar que se quer passar mais tempo e ver na sua própria velocidade!



O mapa do palácio, e a guia da visita em trajes tradicionais!



O prédio principal, onde aconteciam as cerimônias maiores. Os oficiais ficavam em pé ao lado das pedras no pátio.



O Jardim Secreto. Era um lugar de descanso e estudo para o imperador e sua esposa. A biblioteca ficava por ali também!



Loja de cerâmica numa rua tradicional de Seul. Comprei algumas chícaras e alguns acessórios. Também vendem chá.



No restaurante após comer "bibinpap", um prato tradicional coreano, consistente de arroz, ovo e vegetais. Também é acompanhado de diversos pratinhos, que variam de acordo com o restaurante. Eu adoro comida asiática!
Quem tirou a foto foi a Stephanie, uma francesa que conheci quando em visita ao Egito. Ela mora em Seul. Havíamos trocado e-mail, e como eu vinha a Seul, entrei em contato e ela me levou para almoçar e me mostrou alguns pontos interessantes!